
No dia 14 de agosto, a Santa Casa de Misericórdia e a Unimed Anápolis inauguraram o Centro de Internação Dom Dilmo Franco, que conta com 18 leitos para atendimento privado e convênios. Durante a inauguração, o presidente da Fundação de Assistência Social de Anápolis (FASA), Frei Carlos Antônio da Silva, destacou a importância da entrega para a assistência em saúde no município. “Com alegria, que nós acolhemos todos vocês. Hoje é um dia muito especial para a nossa Santa Casa de Misericórdia de Anápolis, para a FASA. Um dia de alegria, gratidão e, sobretudo, de esperança”, afirmou.
A parceria com a Unimed Anápolis foi citada durante a solenidade. Para o presidente da FASA, a união entre as instituições contribuiu para a implantação do novo espaço. “Também quero agradecer à Unimed Anápolis. Uma parceria constituída por instituições que compreenderam que, quando unimos as forças, podemos dar um propósito ainda maior à Santa Casa”, afirmou.
Segundo ele, a entrega representa a ampliação da capacidade de atendimento e está relacionada à missão da instituição de cuidar das pessoas. “A inauguração deste centro de internação representa mais do que uma entrega de 18 leitos. Representa a ampliação da nossa capacidade de cuidar, acolher e servir. É isso que está profundamente ligado à missão da Santa Casa”, afirmou.
O presidente da Unimed Anápolis, o médico Elias Hanna, falou sobre a união entre as duas entidades, que têm em sua missão o cuidado com a vida. Ele destacou a responsabilidade, a humanização e a credibilidade como pilares fundamentais para que a parceria beneficie diretamente aqueles que são atendidos pelo hospital.
O bispo da Diocese de Anápolis, Dom Valdemar Passini, ressaltou que a nova ala recebeu o nome de Dom Dilmo Franco, que integrou o Conselho da FASA e manteve uma forte presença no hospital. “Dar o seu nome a este centro, portanto, é uma forma simples, muito sincera de expressar a nossa gratidão pela sua doação e sua vida”, destacou.
A diretora-geral da Santa Casa de Misericórdia, Maria Augusta Pires, ressaltou que o atendimento a pacientes particulares e de convênios contribui para a sustentabilidade da instituição, que atualmente destina mais de 96% de seus atendimentos ao SUS, mantendo sua missão de atender à população pelo sistema público de saúde. Segundo ela, diante da defasagem da tabela de procedimentos do SUS, a instituição precisa contar com fontes de receita próprias para manter sua estrutura e garantir a continuidade do atendimento à população.


















